quarta-feira, 17 de junho de 2015

Avaliador Oficial


Para Setembro poderá ser ser aprovado a Proposta de Lei nº 330/XII que ainda está em estudo na Assembleia da Republica. Vem regulamentar o comercio dos metais preciosos e contrastarias, com bastantes alterações no setor do comercio de metais de ourivesaria com algumas alteração no que diz respeito, às funções dos Avaliadores Oficiais, dentro e fora das comarcas. Com destaque para algumas situações, ainda em aprovação.


      Artigo 41.º

Licença de atividade

"4- A  licença  de retalhista  de  compra  e  venda  de  artigos  com  metal  precioso  usado  e a licença de casa de penhores dependem ainda da declaração do operador económico, sob compromisso de honra, de que está assegurado o acompanhamento diário da atividade de  compra  e  venda  de  artigos  de  metais  preciosos  usados  por  um  avaliador  de artigos com metais preciosos e de materiais gemológicos, qualificado nos termos do artigo 45.º,  sem necessidade de permanência no local de venda."


     Artigo 55 .º

Seguro de responsabilidade civil de avaliador de artigos com metais preciosos e de
materiais gemológicos
"1 -O avaliador de artigos com metais preciosos e de materiais gemológicos deve celebrar e manter válido  um  contrato  de  seguro  de  responsabilidade  civil  com  o  montante  de capital mínimo obrigatório de € 100000,00, destinado a cobrir os danos decorrentes da sua atividade  causados  a  terceiros,  por  ações  ou  omissões  suas  e  pelas  quais  possa  ser civilmente responsável.
2 - As  condições  mínimas  do  seguro  de  responsabilidade  civil  para  as referidas  atividades  são fixadas por portaria do membro do Governo responsável pela área das finanças"

http://app.parlamento.pt/webutils/docs/doc.pdf?path=6148523063446f764c3246795a5868774d546f334e7a67774c336470626d6c7561574e7059585270646d467a4c31684a535339305a58683062334d76634842734d7a4d774c56684a5353356b62324d3d&fich=ppl330-xii.doc&inline=true

sábado, 25 de abril de 2015

JÓIAS DE GOA NO MNAA


JÓIAS DE GOA NO MUSEU NACIONAL DE ARTE ANTIGA

A exposição já fechou, mas vale a pena ver o vídeo sobre as joias da Antiga Goa - Exposição no Museu Nacional de Arte Antiga.

Joias de Ouro da Antiga Goa (vídeo de 9:16min)   https://youtu.be/n7cF5MijgNI  


  Vídeo que pretende comemorar o dia Internacional dos Museus, relata (precariamente) os acontecimentos históricos e políticos de então.


O vídeo revela o contudo, e sinteticamente, o "percurso" de um valioso conjunto de joias de ouro da antiga Goa que foram enviadas para Portugal em 12 de Dezembro de 1961, nas vésperas da invasão das tropas indianas.

Graças ao rigor ético, profissional e zelo do então gerente do BNU naquele território, Sr. Jorge Esteves Anastácio que, também é entrevistado neste vídeo através do qual se dá nota do destino de algum desse espólio, e da CGD onde esteve guardado durante mais de 50 anos, longe do olhar do público. As joias, que foram produzidas segundo técnicas de joalharia exclusivamente goesa estiveram exposta no museu e ao cuido da equipe do mesmo, alguma forma intervencionadas ao nível de pequenos restauros. Depois de ler o catálogo, diga-se de passagem muito bem produzido e de ter visto as peças, só lamento não terem chegado até nós, exemplares com diamantes.




sexta-feira, 17 de abril de 2015

Se tem joias ou peças de prata que já não usa e pensa em vende-las, aproveite este leilão, onde proteja a sua peça nacional e internacionalmente valorizando-as, rentabilizando ao máximo o seu valor. Avaliamos as suas peças gratuitamente, apareça. Até dia 28 de Abril. Qualquer duvida ligue. 968071665 

Consulte o ultimo leilão em:  http://www.mdsleiloes.com/

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Carbúnculos



Já ouviu a palavra carbúnculos?
Era o nome que se dava aos rubis, antigamente. O seu brilho vermelho profundo que protegia os problemas de saúde como ex. usando o rubi, contra mordidela de cobra, sendo também que era considerada a cor da paixão, paixão pela vida.
Na Idade Média, a cor vermelha das pedras preciosas tinha um caráter religiosos estava associado ao sangue de Cristo, de modo que granadas que é uma gema mais abundante do que os e rubis, eram também muito apreciada pelos cristãos aparecendo nas joias desse período.
No século XIX, aparece em abundância o rubi que é uma variedade de corindo, de extrema dureza (9 numa escala de 10- Mohs), e o rubi mais cotada é conhecido como "sangue de pombo", com um  tom  de azul. Foi muito usado na joalharia vitoriana, principalmente de dimensão pequena, visto ser raro um muito grandes, atingindo valores altíssimos. Desaparece na joalharia modernista e reaparece em grande estilo na joalharia de influencia Art Decó. As gemas de rubi são valorizadas de acordo com várias características incluindo tamanho, cor, claridade e talhe. Todos os rubis naturais contêm imperfeições, contrariamente dos rubis artificiais que podem não conter imperfeições. Alguns rubis produzidos têm substâncias adicionadas a eles para que possam ser identificados como artificiais, mas a maioria requer testes gemológicos para determinar a sua origem. Fabrica-se rubi sintético desde 1885, e esse rubi com o passar do tempo pode perde o seu brilho.
Pode ser confundido com várias gemas, como espinéla, almandina (granada), jacinto, piropo, topázio e rubelita (turmalina).

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Marie Louise



 Marie Louise, a segunda esposa Napoleão Bonaparte e sobrinha de Marie Antoinette, recebeu este diadema como presente de casamento, combinando com conjunto de joias "Parure" colar e brincos, que pertencem hoje em dia à coleção de joias do Museu Nacional de História Natural do Smithsonian.  O "Parure" foi projetado e executado pelos joalheiros parisienses Etienne Nitot et Fils, no séc. XIX. 

O conjunto em prata, é cravejado com 138 esmeraldas da Colúmbia e 382 diamantes lapidados e 2.162 brilhantes.

A coroa foi levado para a Áustria por Marie-Louise, após a queda do império, e a abdicação de Napoleão, em 1814, e permaneceu na sua coleção através de seu governo como a duquesa de Pharma.
Mas tarde o diadema foi comprado pela Van Cleef & Arpels​ mantendo o original preservando os 700 ct de diamantes, tendo sido apenas desmontado e substituir as 79 esmeraldas, para serem  aplicadas noutras joias, por turquesa persas,sendo que os diamantes permanecem originais.

Fontes: http://parisatelier.blogspot.com.br/2008/12/jewels-of-france.html 
           http://kleurrijkhortense.blogspot.pt/2012_02_01_archive.html

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Pérolas de água doce

As pérolas de água doce, são pérolas cultivadas e criadas em culturas de mexilhões de água doce. Estas pérolas são produzidas no Japão e nos Estados Unidos em pequena escala, mas a maioria é quase exclusivamente, produzidas na China.
Elas aparecem numa grande variedade de formas e cores. Como pérolas de água doce são geralmente sólidas em nácar, resistentes ao desgaste e dificilmente lascam, sendo muitas vezes uma opção durável e económica para pérola, pois este molusco produzem muitas pérolas ao mesmo tempo, chegando a produzir cerca de quarenta pérolas por ostra. Por estas razões as pérolas de água doce continuam a ser a escolha comercial e populares de pérolas. Esta prática é amplamente aceite como tratamento e produção pelas entidades legisladoras, permitido assim estar ao alcance de todas as carteiras.


 http://theonlinejeweller.org/depth-freshwater-pearls/

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Colar de Pérolas Naturais


 Até à década de 1920 todas as pérolas eram naturais, salvo raras exceções, fruto do experiências que antecederam à implantação de núcleo na indústria de pérolas de cultura.
Para alem de serem naturais existem outros fatores de valorização (lustro, qualidade da superfície, cor e forma, dimensão, peso.
 A peça foi em tempos da coleção de Josephine de Beauharnais, rainha da Suécia e da Noruega (1807-1876) descendente de Napoleão.
Este raro colar de duas voltas, com 111 pérolas esféricas e 7 pendentes em forma de pera, de uma suprema e delicada beleza é um raro conjunto de pérolas, gema orgânica, em bom estado de conservação, para um material orgânico e com baixa dureza na escala de Mohz do séc. XVIII/XIX.
 Aparece documentado em retratos de época , julgando-se até que tinha antes pertencido à imperatriz homónima, mulher de Napoleão.
Num recente leilão da Sotheby’s em Genebra, este colar atingiu cerca de 2,75 milhões de euros.