quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Colar de Pérolas Naturais


 Até à década de 1920 todas as pérolas eram naturais, salvo raras exceções, fruto do experiências que antecederam à implantação de núcleo na indústria de pérolas de cultura.
Para alem de serem naturais existem outros fatores de valorização (lustro, qualidade da superfície, cor e forma, dimensão, peso.
 A peça foi em tempos da coleção de Josephine de Beauharnais, rainha da Suécia e da Noruega (1807-1876) descendente de Napoleão.
Este raro colar de duas voltas, com 111 pérolas esféricas e 7 pendentes em forma de pera, de uma suprema e delicada beleza é um raro conjunto de pérolas, gema orgânica, em bom estado de conservação, para um material orgânico e com baixa dureza na escala de Mohz do séc. XVIII/XIX.
 Aparece documentado em retratos de época , julgando-se até que tinha antes pertencido à imperatriz homónima, mulher de Napoleão.
Num recente leilão da Sotheby’s em Genebra, este colar atingiu cerca de 2,75 milhões de euros.



 

domingo, 9 de novembro de 2014

Limpeza de moedas

Avaliação e Limpeza de moedas

Por vezes para se avaliar uma peça como esta tem se alguma dificuldade em visualizar datas e outras informação que podem identificar a moeda e determinar o seu valor. Neste caso em concreto esta uma Pataca  de 40 Reis em bronze, Ø36 e 38,4g, teve que ser intervencionada. Procedeu-se a um tratamento e limpeza, pois apresentava concreções de elevado nível. A limpeza mecânica teve recurso a lupa binocular, foi submetida a ultra-sons com água desionizada.Há moedas que estão ligeiramente oxidadas e podem ser limpas com materiais com abrasivos leves, e não se justifica a o recurso substancias ácidas. As soluções de limpeza de moedas são compostas por óleos, que amolecem e retiras sobre ficção a oxidação superficial. Há quem as mergulhe em óleos vegetais e depois de algumas horas as limpe com um pano de algodão, obtendo bons resultados. Há quem também as lave com pastas de dentes como se faz na peças de joalharia, sem causara problemas as peças, desde que no final fiquem sem resíduos de pasta. As ditas limpeza com ácido cítrico, não são aconselhadas a não ser que seja uma solução muito diluída e com tempo controlado e não resultam em moedas muito oxidada como esta nem de ligas de cobre. No caso das moedas de Cupro-Niquel e latão-Niquel, mergulhadas pouco tempo num solução com ácido cítrico a 4% ficam mais claras. As receitas com sumo de limão por vezes são muito fortes pois por norma tem uma concentração de ácido cítrico de 6%. O tempo de limpeza deve ser curto e a peça dele ser acompanhada. No fim deve ser lavada com água destilada e bem seca, antes de serem guardadas nas saquetas transparentes.  A água por mais estranho que parece, deve ser evitada, pois para além de conter sais é um dos principais factores de corrosão e de ponte para pilhas galvanicas com outros metais de moedas da coleção.


sexta-feira, 25 de abril de 2014

Formação



Estão abertas inscrição para o curso livre, cujo o principal objetivo desta formação é dotar os participantes de conhecimentos teóricos sobre as tipologias de artefactos de joalharia, com valor no mercado de arte, reconhecendo neles as marcas, o metal e suas ligas e as gemas ou simuladores e no domínio teórico-prático reconhecer as lacunas na obra para que no possível as possam reparar, seguindo os critérios da conservação preventiva.

Público em geral - 80€; sócios dos ASCR-CQ - 70€.
Inscrição para queirosiana@gmail.com; pagamento presencial na primeira sessão ou por transferência bancária para o NIB 0018 0000 5536 5059 00154.
Como o curso só se realizará com um número mínimo de inscrições não concretize a inscrição sem prévia confirmação.

sexta-feira, 7 de março de 2014

Nécessaire alemão dos finais do séc. XVIII



 Bolsa de viagem pequena com caixa de madre pérola, ouro e platina, contendo no seu interior um relógios, frascos de perfume em vidro, bobinas de fio em marfim, canivete, almofada de alfinetes e dedal.

domingo, 24 de novembro de 2013


O CLMG lupa-7201com campo escuro é um pequeno instrumento que fornece 10x como em uma lupa padrão, com uma característica adicional importante: ele é combinado com uma área especialmente construída que permite a visualização de uma pedra, contra um fundo preto, com iluminação lateral forte. Isso é chamado de iluminação de campo escuro, a razão pela qual este instrumento é chamado de lupa de campo escuro.

Este tipo de iluminação ambiente torna mais fácil a visualização de certos tipos de inclusões e determinação  com mais precisão das mesmas. Ferramenta útil para os compradores de pedras preciosas coloridas, pois a visualização de inclusões claramente, é um papel importante na separação e catalogação de uma pedra colorida.

A lupa de campo escuro também é uma ferramenta importante e essencial na análise , de diamantes nas joias como diamante de fratura-cheia que estão atualmente, distribuídos mundialmente. Um diamante de fratura-cheia também conhecido como o diamante de maior nitidez, é um diamante que contém uma trinca ou fissuras que foram preenchidos com uma substância como vidro para melhorar o aspecto geral da pedra. Usando o CLMG-7201 é fácil identificar diamantes fratura-cheia, como a
garantia de classificação de pedras preciosas, como a inspeção de inclusão, fraturas internas, marcas de superfície, etc. O poder da ampliação de 10x oferece uma ALTA E PRECISO INSPEÇÃO, com resultados aprovados por rigorosa qualidade e segurança que garante a confiabilidade, durabilidade, longe de problemas que pode ser confrontado, facilmente. O uso uma lanterna LED que é alimentadapor duas pilhas AA para produzir a iluminação suficiente durante o uso

Preço: 30USD
Darkfield Lupa
Ampliação: 10x
Vendo terreno (lente): 18 milímetros de diâmetro
Comprimento: 10mm
Comprimento 156 milímetros x 3 LEDs
Energia: AA x 2 (não incluído)
(incluído) Lanterna LED* Couro Bolsa de transporte

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Um grupo de investigadores australianos descobriu provas de que um pequeno micróbio poderá ter o poder de Midas, por ser capaz de transformar pó com ouro em ouro sólido, lê-se num estudo publicado na revista "Science".

Segundo a Reviste Science, os cientistas analisaram grãos de ouro de duas minas australianas situadas a mais de três mil quilómetros de distância e descobriram que 80 por cento desses grãos continham no seu interior a bactéria Ralstonia metallidurans.

Passando a lenga-lenga científica, pelo que deu para perceber, esta bactéria absorve metais pesados do solo na sua forma dissolvida e converte-os em formas sólidas, nomeadamente ouro.

Mas enganem-se os aprendizes de alquimia. Não basta despejar um balde de Ralstonia matallidurans no quintal para criar uma mina de ouro. É preciso que já exista ouro no terreno. Se não houver, a bactéria não o poderá criar.